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Diniz tem aproveitamento de 36% em 10 jogos; confira o desempenho dos últimos técnicos do Vasco

Profissional
22 de jul. de 2025há 12 meses

Fernando Diniz completou 10 jogos pelo Vasco na atual passagem pelo clube de São Januário na última partida contra o Grêmio, empatada em 1 a 1. O treinador tem tido dificuldades até aqui, somando um aproveitamento de apenas 36% dos pontos. Ele é inferior ao dos últimos três técnicos que completaram a marca em jogos do Brasileirão, da Copa do Brasil e da Sul-Americana.

O ge fez um levantamento dos números de Fernando Diniz, Fábio Carille, Rafael Paiva e Ramón Díaz — excluindo Álvaro Pacheco e Felipe da conta, já que não completaram 10 jogos no comando do time. Para o recorte, o ge considerou os primeiros 10 jogos de Carille após o início do Brasileirão, já que entre os outros treinadores, ele foi o único que começou o trabalho no Carioca.

  • Rafael Paiva e Ramón Díaz: 10 jogos - cinco vitórias, dois empates e três derrotas - 56%

  • Fábio Carille*: 9 jogos - três vitórias, três empates e três derrotas - 44%

  • Fernando Diniz: 10 jogos - três vitórias, dois empates e cinco derrotas - 36%

* Foram considerados apenas os jogos após o fim do Campeonato Carioca, para igualar aos dos outros técnicos que não tiveram o Estadual como preparação.

O trabalho de Diniz

Com pouco tempo de treinos, o treinador estreou com derrota por 1 a 0 contra o Lanús, na Sul-Americana, na Argentina. Depois de mais dias de trabalhos, o time teve uma sequência de cinco jogos no Rio de Janeiro. O time venceu o Fortaleza e o Melgar em São Januário, perdeu para o Fluminense e Bragantino, e empatou com Operário na Copa do Brasil — avançando de fase nos pênaltis. Antes da pausa para a Copa de Clubes, o Vasco venceu o São Paulo fora de casa. Após a pausa, o time empatou com o Grêmio, mas perdeu para Botafogo e Del Valle.

A sequência de Carille

Após a eliminação na semifinal do Campeonato Carioca para o Flamengo, Carille durou nove jogos no cargo, entre partidas de Brasileirão e Sul-Americana. Foram três vitórias, três empates e três derrotas. O Vasco já havia conquistado duas vitórias nas duas primeiras fases da Copa do Brasil. A equipe venceu Santos, Puerto Cabello e Sport em São Januário, empatou com Flamengo, Lanús e Melgar e perdeu para Corinthians, Ceará e Cruzeiro — todas derrotas fora de casa.

Carille foi demitido após a derrota contra o Cruzeiro, depois de um desgaste claro com a direção e a torcida, após atuações fracas contra Melgar e Puerto Cabello na Sul-Americana.

A arrancada com Rafael Paiva

O Vasco teve uma verdadeira arrancada com Rafael Paiva, que assumiu o time interinamente na partida contra o São Paulo, em São Januário. A vitória por 4 a 1 na reestreia — antes o treinador havia tido uma passagem curta com quatro jogos — animou o elenco. O time perdeu para o Bahia, em Salvador, empatou com o Botafogo, em São Januário, e depois venceu Fortaleza, Internacional, Corinthians e Atlético-GO em sequência. Depois, o time perdeu para Atlético-MG e Grêmio, mas empatou com o Atlético-GO fora pela Copa do Brasil.

Paiva foi demitido três meses depois, após uma eliminação na semifinal da Copa do Brasil para o Atlético-MG e uma sequência de quatro derrotas seguidas no Brasileirão.

A melhora com Ramón Díaz

Na luta contra o rebaixamento de 2023, o Vasco contratou Ramón Díaz e teve os mesmos números que Rafael Paiva alcançou em 2024 — mas os 10 jogos foram no Brasileirão. Depois de duas derrotas contra Athletico-PR e Corinthians, o Vasco oscilou com vitórias contra Grêmio e Atlético-MG, empates contra Bragantino e Bahia e uma derrota para o Palmeiras. A equipe engatou uma três vitórias contra Coritiba, Fluminense e América-MG.

Ramón Díaz foi demitido no ano seguinte, depois da eliminação no Carioca para o Nova Iguaçu e de um começo ruim no Brasileirão, coroado com a goleada sofrida para o Criciúma.

Fonte: ge